Sérgio Pereira
No ambiente evangélico, especialmente em nossas igrejas pentecostais, é comum ouvirmos alguém dizer com alegria: “Eu aceitei Jesus.” A frase carrega emoção, testemunho, memória de conversão. Ela marca um antes e um depois. Entretanto, quando nos aproximamos das Escrituras com atenção teológica, somos conduzidos a uma reflexão mais profunda: afinal, quem aceitou a quem? Fomos nós que aceitamos a Cristo ou foi Ele quem nos aceitou primeiro? Essa pergunta não é meramente retórica.
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