Escrevendo aos cristãos em Corinto, o apóstolo Paulo enfatiza os benefícios do falar em línguas para a edificação espiritual pessoal e recomenda a todos os crentes que falem em línguas: “O que fala em língua estranha edifica-se a si mesmo” (1Co 14.4a); “E eu quero que todos vós faleis línguas estranhas” (1Co 14.5a); “Não proibais falar línguas” (1Co 14.39b). Inclusive, ele mesmo asseverava falar em línguas constantemente: “Dou graças ao meu Deus porque falo mais línguas do que vós todos” (1Co 14.19). É verdade que falar em línguas não é a única forma de ser edificado espiritualmente de forma pessoal, mas se é um recurso maravilhoso nesse sentido e está à nossa disposição, tendo sido nos concedido pelo Senhor trazendo esse benefício, por que não utilizá-lo com frequência, diariamente, em nossos devocionais diários? Ainda mais que a Palavra de Deus afirma que “se eu orar em língua estranha, o meu espírito ora bem” (1Co 14.14). Logo, como orienta o apóstolo Paulo, para minha edificação pessoal, “orarei com o espírito” e “cantarei com o espírito” (1Co 14.15).
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