Melquesedec Damaceno
“Despertai, ébrios” (Jl 1.5 – ARC). É assim que Deus adverte os habitantes de Jerusalém na época do profeta Joel. Ele os chama de “ébrios”, uma expressão bastante sugestiva, pois faz referência àquele “que está alcoolizado; bêbado”.¹
Esse era precisamente o estado moral e também espiritual do povo de Judá: embriagados, com a mente e os sentidos desorientados, perdidos em seu próprio andar. Devido a esse entorpecimento, como bem aponta Donald Stamps, “a sensibilidade moral dos israelitas para com o pecado e o mal ficou tão embotada que os impedia de reconhecer que, de fato, haviam ofendido a santidade de Deus”.²
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