Assolada por recentes ondas de violência e perseguição a cristãos, a República Democrática do Congo foi alvo da cruzada evangelística “Campanha Jesus que Cura”, que atraiu cerca de 400 mil pessoas, com milhares de conversões a Cristo. Liderado pelo evangelista Dag Heward-Mills, o evento realizado em abril, na cidade de Kikwit, teve cinco dias de duração.
“Vibraram de alegria para encontrar Jesus naquela noite. Cânticos de louvor irromperam, acompanhados por danças africanas. A sensação foi de estarmos de volta aos tempos bíblicos, quando as tribos de Israel se reuniam para adorar a Jeová”, testemunhou o evangelista Willem Feige, um dos preletores da cruzada, em publicação nas redes sociais.
Os cultos foram marcados por ambientes de júbilo e celebração. Na primeira noite, após os momentos de louvor e adoração, o evangelista Dag ministrou a Palavra de Deus. O Espirito Santo operou nos corações de milhares de congoleses, que, ao ouvirem o apelo, decidiram por entregar suas vidas a Jesus. A pregação do Evangelho e as orações geraram diversas libertações de espíritos malignos. “Demônios começaram a se manifestar e foram repreendidos e ordenados a sair”, declarou o evangelista Feige. Como fruto das conversões e libertações, muitos testemunhos de cura também foram dados. Segundo Willem Feige, Deus curou pessoas de paralisia durante a cruzada. “Uma fila de fiéis se levantou para testemunhar como Jesus os curou de cegueira, doenças e dores”, declarou o pregador.
A “Campanha Jesus que Cura” foi como um bálsamo para uma nação tão ferida pelos recentes ataques a comunidades cristãs no Congo. Na edição de abril, o Mensageiro da Paz trouxe uma reportagem sobre uma ofensiva brutal dos terroristas das Forças Democráticas Aliadas, grupo extremista aliado ao Estado Islâmico, que causou a morte de 25 moradores de uma comunidade cristã em Irumu. Pouco depois, durante a semana da Páscoa, o mesmo grupo atacou a vila de Bafwakao, no território de Mambasa, matando 43 cristãos.

