Costumeiramente, vemos o mapa mundial como uma coleção de várias grandes extensões de terra, divididas por mares imensos e internamente repartidas entre nações. Tudo parece vasto e grandioso, perfeitamente conectado por caminhos terrestres, marítimos e, por pressuposto, aéreos. Num primeiro momento, não cogitamos sobre a realidade de que muitas dessas rotas são difíceis de transpor e, até mesmo, impossíveis, dependendo do volume de pessoas ou cargas que quiséssemos deslocar. Na verdade, grande parte do trânsito mundial de pessoas e bens passa por caminhos relativamente pequenos, estratégicos e imprescindíveis. Trata-se de verdadeiras portas, acessos cuja inexistência seria, nos dias de hoje, impensável.
O Estreito de Ormuz: uma porta sob o controle de Deus
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